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          Pobreza crônica no Brasil

 

Para Dilma, pobreza é crise mais permanente do país

"Não podemos nos esquecer da crise mais permanente

Da Rede Almeidense | Com agências internacionais

 

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Presidente Dilma Rousseff,

Presidente Dilma Rousseff, no lançamento do programa Brasil sem Miséria no Palácio do Planalto, em Brasília. 02/06/20114

REUTERS/Ueslei Marcelino

 

 

BRASÍLIA (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, ao lançar o seu prometido plano para erradicar a miséria, que a pobreza crônica é "a crise mais permanente" que assola o Brasil.

"Não podemos nos esquecer da crise mais permanente, mais desafiadora e mais angustiante, que é termos a pobreza crônica neste país", disse a presidente durante lançamento do programa Brasil sem Miséria.

Promessa de campanha de Dilma, o plano tem o objetivo ousado de retirar cerca de 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza e pretende reunir transferência de renda e acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica.

Durante a cerimônia, Dilma mencionou as políticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir as desigualdades, como o Bolsa Família, e seu impacto na economia do país.

"A ascensão social desses milhões de brasileiros diminuiu a desigualdade, sem sombra de dúvida, mas também ampliou o nosso mercado interno, tornou o nosso país mais sustentável, e acelerou nosso desenvolvimento econômico", disse Dilma a uma plateia de centenas de convidados, entre eles ministros, governadores, prefeitos e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.

Segundo Dilma, o Brasil provou que a melhor forma de crescer é com a distribuição de renda.

"E provou também que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza", disse.

(Reportagem de Jeferson Ribeiro e Hugo Bachega)
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

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