G8 vê economia global mais forte, mas
alerta por dívida pública
"A recuperação global está ganhando
força e está se tornando mais
autossustentável. Porém, permanecem riscos
negativos, e desequilíbrios internos e
externos ainda são uma preocupação", disse o
comunicado.
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Da Rede Almeidense | Com agências
internacionais

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Presidente da
França, Nicolas Sarkozy, no encontro
do G8 em Deauville, França. Os
líderes do G8 concordaram nesta
sexta-feira que a economia mundial
está se tornando mais "autossustentável".
27/05/2011
REUTERS/Philippe Wojazer
DEAUVILLE, França (Reuters) - Os líderes
do G8 concordaram nesta sexta-feira que
a economia mundial está se tornando mais
"autossustentável", mas que os preços
elevados de commodities estão impedindo
um crescimento maior.
Em comunicado que será emitido no fim da
cúpula de dois dias na França, as nações
europeias, os Estados Unidos e o Japão
concordaram em garantir que suas
finanças públicas sejam sustentáveis.
"A recuperação global está ganhando
força e está se tornando mais
autossustentável. Porém, permanecem
riscos negativos, e desequilíbrios
internos e externos ainda são uma
preocupação", disse o comunicado.
"A forte alta nos preços das commodities
e sua volatilidade excessiva impõem um
obstáculo significativo para a
recuperação. Nesse contexto, nós
concordamos em continuar centrados na
ação exigida para aprimorar a
sustentabilidade das finanças públicas,
fortalecer a recuperação e incentivar o
emprego, reduzir riscos e garantir um
crescimento forte, sustentável e
equilibrado, também através de reformas
estruturais."
"A Europa adotou um amplo pacote de
medidas para lidar com a crise de dívida
soberana enfrentada por alguns países, e
continuará a lidar com a situação com
determinação e a buscar uma consolidação
fiscal rigorosa, junto com reformas
estruturais para apoiar o crescimento."
"Os Estados Unidos implantarão uma
estrutura clara e crível de consolidação
fiscal de médio prazo, consistente com
as considerações de criação de emprego e
crescimento econômico."
"No Japão, além de fornecer recursos
para a reconstrução após o desastre, as
autoridades também lidarão com a questão
de sustentabilidade das finanças
públicas."
(Reportagem de Luke Baker)
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