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Notícias
BRASÍLIA
(Reuters) -
O presidente
Luiz Inácio Lula
da Silva
reafirmou nesta
quinta-feira a
decisão de
manter o regime
de urgência
constitucional
dos projetos de
lei que criam o
novo marco
regulatório do
petróleo, mas
deixou em aberto
a possibilidade
de mudar de
ideia
futuramente.
A decisão foi
anunciada
durante reunião
do presidente e
de ministros com
os líderes dos
partidos da base
aliada.
O regime de
urgência é
criticado por
parte da
coalizão
governista e
pela oposição,
que anunciou
obstrução em
protesto contra
a pressa do
governo para
debater o tema.
"O presidente
reafirmou que
considera a
urgência
necessária para
o país", disse a
jornalistas o
líder do PT no
Senado, Aloizio
Mercadante (SP),
após a reunião.
"O presidente
está mantendo o
regime de
urgência",
acrescentou o
senador.
A líder do
governo no
Congresso,
senadora Ideli
Salvatti
(PT-SC),
ponderou que o
assunto já vem
sendo debatido
desde que a
Petrobras
anunciou as
descobertas das
reservas.
"O presidente
está convencido
de que a
prioridade é
esse debate",
destacou,
lembrando que os
quatro projetos
só devem ser
aprovados pela
Câmara e pelo
Senado em 2010.
"Com certeza vai
ficar para o
primeiro
semestre do ano
que vem, na
melhor das
hipóteses abril
ou maio do ano
que vem",
complementou a
líder.
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