|
|
Friday, 18/02/11 14:50:55
Atualizada em:Friday, 18/02/11 14:50:55
Plano Safra 10/11 financiará R$60,7bi a juros de 6,75%
A
oferta de recursos para financiamento da agricultura comercial será de 100
bilhões de reais, alta de 8 por cento em relação ao que foi colocado aos
produtores no Plano Safra 2009/10.
Da Rede Almeidense, com agências

|
Tamanho do texto
[A]
[A]
|
BRASÍLIA
(Reuters) - O
Plano Safra
2010/11 ofertará
financiamentos
de 60,7 bilhões
de reais a juros
controlados de
6,75 por cento
ao ano, de um
total de 116
bilhões de reais
previstos para a
nova temporada,
informou o
Ministério da
Agricultura
nesta
segunda-feira.
Na safra
passada, a
oferta de
financiamentos
totais
(agricultura
comercial e
familiar)
atingiu 107,5
bilhões de
reais, sendo
54,2 bilhões de
reais a juros
controlados de
6,75 por cento.
A oferta de
recursos para
financiamento da
agricultura
comercial será
de 100 bilhões
de reais, alta
de 8 por cento
em relação ao
que foi colocado
aos produtores
no Plano Safra
2009/10.
"É o maior
volume de
recursos de toda
a história. É
dinheiro grosso
em qualquer país
do mundo, é um
valor
extremamente
significativo,
simplesmente
pelo crescimento
extraordinário
da agricultura
brasileira",
afirmou o
ministro da
Agricultura,
Wagner Rossi, em
entrevista à
imprensa.
"Vamos ter
safras recordes
em todos os
setores, e é
claro que novas
safras exigirão
recursos mais
amplos",
comentou ele.
Os 16 bilhões de
reais restantes
referem-se à
oferta de
financiamentos
para a
agricultura
familiar neste
novo Plano
Safra.
Nesse último
Plano Safra do
governo Luiz
Inácio Lula da
Silva, o Brasil
buscará mostrar
que sua
agricultura pode
ser sustentável,
viabilizando
mais
financiamentos a
juros baixos
para
agricultores que
adotarem
práticas
ambientalmente
corretas.
O presidente
participará na
tarde desta
segunda-feira do
lançamento do
chamado Plano
Agrícola e
Pecuário
2010/11, na sede
da Empresa
Brasileira de
Pesquisa
Agropecuária
(Embrapa), em
Brasília.
PREÇOS MÍNIMOS
Em relação aos
preços mínimos
para o trigo e o
milho, Rossi
afirmou que essa
questão ainda
não foi tratada.
"Em princípio
todos estão
mantidos, até
que haja
decisões sobre
isso", afirmou
ele.
Posteriormente,
o secretário de
Política
Agrícola do
ministério,
Edilson
Guimarães,
afirmou que os
técnicos não
fizeram qualquer
proposta para
mudança nos
preços mínimos.
"Os nosso
estudos mostram
que se deve
manter esse
preço", disse a
jornalistas,
observando que
se os valores
estão descolados
do mercado é
porque o país
está no "auge da
safra".
(Reportagem de
Peter Murphy,
Texto de Camila
Moreira)
Leia mais
notícias sobre o
Brasil
|
|
|