Dados da indústria apontam retomada mais forte na zona do euro
Dados ainda mais
impressionantes vieram da França, onde a produção industrial aumentou 1,7 por
cento, e da Alemanha, que informou na quinta-feira um aumento de 2,6 por cento.
Da Rede Almeidense, com do G1

(Por Gavin Jones) |
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ROMA (Reuters) -
Fortes dados
sobre a produção
industrial nas
três principais
economias da
zona do euro em
maio indicam
retomada
econômica em
consolidação e
crescimento
firme no segundo
trimestre,
embora analistas
alertem que a
recuperação pode
desacelerar no
segundo
semestre.
Na Itália,
terceira maior
economia da zona
do euro, a
produção
industrial
cresceu 1 por
cento em relação
ao mês anterior,
mostraram dados
nesta
sexta-feira, o
quinto ganho
consecutivo que
supera
facilmente as
previsões de
expansão de 0,5
por cento.
Dados ainda mais
impressionantes
vieram da
França, onde a
produção
industrial
aumentou 1,7 por
cento, e da
Alemanha, que
informou na
quinta-feira um
aumento de 2,6
por cento.
Os números
ficaram bem
acima das
expectativas nos
três países que,
juntos,
representam mais
de dois terços
da produção
industrial da
zona do euro, e
indicam um
resultado forte
quando os dados
de toda a região
forem publicados
na quarta-feira.
"Nós
provavelmente
veremos um
crescimento de 1
a 1,5 por cento
na zona do euro,
o que indica um
segundo
trimestre muito
forte tanto para
a produção
industrial
quanto para o
Produto Interno
Bruto", disse
Marco Valli,
analista do
Unicredit.
Porém, Valli
alertou que a
taxa atual de
atividade está
sendo
impulsionada
pela rápida
reestocagem de
empresas e pela
forte retomada
na construção,
dois fatores que
podem esfriar.
Enquanto a
produção
industrial da
França em maio
foi fortemente
influenciada
pela alta no
setor de
energia, com o
tempo quente
aumentando a
demanda por ar
condicionado, na
Itália a
produção cresceu
em uma base
ampla.
A produção de
bens de consumo
na Itália subiu
1,9 por cento, a
maior alta desde
agosto do ano
passado, e a
produção de bens
de capital
avançou 1,5 por
cento.
Na França, a
produção nos
três meses até
maio subiu 8 por
cento comparada
ao mesmo período
de 2009.
(Reportagem
adicional de
Daniel Flynn e
James Mackenzie)
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Com informações da Reuters
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