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Friday, 18/02/11 14:44:42
Atualizada em:Friday, 18/02/11 14:44:42
IEuropa está comprometida
com euro, diz Bernanke
"A liderança
europeia está fortemente comprometida em fazer o que for necessário para
preservar o euro, preservar a zona do euro, preservar o projeto europeu e evitar
problemas financeiros", disse Bernanke.
Da Rede Almeidense, com agências

(Reportagem de
Mark Felsenthal, Pedro da Costa e Emily Kaiser) |
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WASHINGTON
8 de junho
(Reuters) - Os
líderes europeus
estão
comprometidos em
assegurar a
sobrevivência do
euro e têm
dinheiro
suficiente para
cumprir as
obrigações de
países altamente
endividados da
região, disse o
chairman do
Federal Reserve,
Ben Bernanke, na
noite de
segunda-feira.
Ele acrescentou
que o pacote de
estabilização do
euro de quase 1
trilhão de euros
é "bastante
dinheiro" e é o
suficiente para
proteger Grécia,
Portugal e
Espanha dos
voláteis
mercados de
crédito por
muitos anos.
Mas ele
reconheceu que
os investidores
ainda não estão
convencidos de
que os problemas
de dívida da
região serão
resolvidos e que
mais dinheiro
pode ser
necessário.
"A liderança
europeia está
fortemente
comprometida em
fazer o que for
necessário para
preservar o
euro, preservar
a zona do euro,
preservar o
projeto europeu
e evitar
problemas
financeiros",
disse Bernanke.
Em uma sessão de
perguntas e
respostas,
Bernanke disse
que a lei de
reforma
regulatória
sendo finalizada
pelo Congresso
norte-americano
contém fortes
medidas para
lidar com o
problema de
empresas
financeiras
serem "grandes
demais para
falir".
"O teste para a
reforma será
este: ela
controlará as
'grandes demais
para falir?'",
disse ele,
referindo-se a
medidas como
regras de
capital bancário
mais rígidas,
autoridade de
resolução para
fechar com
segurança
empresas em
processo de
falência e a
exigência das
empresas
planejarem sua
própria
bancarrota.
Quando
perguntado se
acha que a lei
ajuda mais do
que prejudica,
Bernanke
respondeu: "Sim,
eu acho".
Ele também disse
que a economia
dos EUA parece
ter força
suficiente para
evitar uma
recaída na
recessão,
citando alguns
sinais de
fortalecimento
dos gastos
empresariais e
do consumidor.
"Há alguns
sinais de que o
setor privado
está assumindo o
comando", disse
ele.
Porém, Bernanke
observou que o
ritmo da
recuperação é
moderado
consoderando a
profundidade da
recessão, e que
é mais provável
que o desemprego
diminua
lentamente.
Sobre a China,
Bernanke disse
que ele é a
única autoridade
norte-americana
que participou
de todas as
reuniões
estratégicas e
econômicas entre
os EUA e o país
desde que elas
foram iniciadas
pelo
ex-secretário do
Tesouro, Henry
Paulson, durante
a crise
financeira.
Ele disse que o
novo formato das
reuniões é
especialmente
útil porque
amplia as
discussões para
além dos
tradicionais
pontos de
conflito, como o
valor da moeda
chinesa.
Bernanke afirmou
que a China
reconhece que
tem uma "codependência"
com os Estados
Unidos. A China
é o maior
comprador
estrangeiro de
títulos da
dívida
norte-americana,
enquanto os EUA
são um parceiro
comercial vital
para a China.
"Há um real
desejo em ambos
os lados para se
comprometer",
disse Bernanke.
"Para mim, é uma
conquista muito
importante ter
essas linhas de
comunicação
abertas."
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