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quinta-feira, 17/06/10 09:21:44
Atualizada em:quinta-feira, 17/06/10 09:21:44
Portugal
Tel diz que acionistas devem considerar valor futuro
Ele salientou o
"ambiente de investimento cada vez mais estável", além do "forte crescimento
econômico e classe média em expansão".
Da Rede Almeidense, com agências

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LISBOA (Reuters)
- O
presidente-executivo
da Portugal
Telecom
considera que os
acionistas da
operadora
portuguesa terão
de escolher
entre dar poder
à empresa para
criar valor a
prazo e crescer
no Brasil
através da Vivo,
ou aceitar de
imediato um
valor para venda
deste ativo que
não reflete seu
valor.
Numa extensa
apresentação de
30 páginas,
durante
conferência do
Santander em
Lisboa, Zeinal
Bava explicou
que a oferta da
Telefónica não
reflete o valor
potencial da
Vivo, não divide
as sinergias com
os acionistas da
Portugal Telecom
e não incorpora
a escassez deste
ativo e um
possível
movimento de
consolidação do
setor no Brasil.
"Os acionistas
da Portugal
Telecom têm duas
opções: abdicar
da opção
(Brasil) e
cristalizar o
valor do
investimento da
PT no Brasil
agora ou dar
poder à Portugal
Telecom para
continuar a
criar valor para
os acionistas ao
alavancar a
exposição da
Vivo e do Brasil
no futuro",
disse Bava.
O conselho de
administração da
operadora
portuguesa já
considerou que a
oferta de 6,5
bilhões de euros
feita pela
Telefónica para
comprar sua
posição Vivo
"não reflete o
valor
estratégico" da
brasileira para
a espanhola.
Em 30 de junho,
uma assembleia
geral de
acionistas da
Portugal Telecom
vai deliberar
sobre esta
proposta que,
apesar de
incorporar uma
alta de 14 por
cento frente aos
5,7 bilhões de
euros iniciais,
rejeitados no
mês passado.
Bava defendeu o
grande potencial
de valorização
do mercado de
telecomunicações
no Brasil e a
situação
privilegiada da
Vivo para ser
beneficiada por
essa
valorização,
dada sua
dimensão e foco
na banda larga
móvel.
Ele salientou o
"ambiente de
investimento
cada vez mais
estável", além
do "forte
crescimento
econômico e
classe média em
expansão".
A Anatel, que
regula o setor
brasileiro de
telecomunicações,
estima que a
partir de 2011
os acessos
móveis de banda
larga superem os
acessos fixos,
sendo que a Vivo
deve "cobrir 85
por cento da
população
brasileira com
3G até dezembro
de 2011".
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