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Ataques matam ao menos 64 em
Uganda, grupo islâmico é suspeito
"Em um dos
locais, os investigadores identificaram uma cabeça decepada de uma pessoa de
nacionalidade somali. Suspeitamos que era um suicida", disse Felix Kulayigye,
porta-voz do Exército.
Da Rede Almeidense, com agências

(Por Elias Biryabarema) |
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Paramédico
atende uma
cidadã
não-identificada
em um
hospital em
Kampala,
capital da
Uganda, 11
de julho de
2010.
Supostos
militantes
islâmicos
somalis
realizaram
dois ataques
a bomba na
capital de
Uganda que
mataram pelo
menos 64
pessoas que
assistiam à
final da
Copa do
Mundo em um
restaurante
e em um
clube
esportivo.
KAMPALA
(Reuters) -
Supostos
militantes
islâmicos
somalis
realizaram dois
ataques a bomba
na capital de
Uganda que
mataram pelo
menos 64 pessoas
que assistiam à
final da Copa do
Mundo em um
restaurante e em
um clube
esportivo,
informaram
autoridades
nesta
segunda-feira.
As suspeitas de
autoria caem
sobre o grupo
rebelde Al
Shabaab, que
alega ter
relações com a
Al Qaeda, após a
cabeça decepada
de um suposto
suicida ter sido
encontrada em um
dos locais do
ataque.
As explosões
atingiram dois
bares cheios de
torcedores que
assistiam aos
momentos finais
da final da Copa
num restaurante
com temas da
Etiópia e em um
clube de rugby
em Kampala no
domingo.
Inspirados na Al
Qaeda, os
militantes da Al
Shabaab na
Somália
ameaçaram atacar
Uganda pelo
envio de tropas
de paz para o
anárquico país
com o objetivo
de ajudar o
governo somali,
apoiado pelo
Ocidente.
"Em um dos
locais, os
investigadores
identificaram
uma cabeça
decepada de uma
pessoa de
nacionalidade
somali.
Suspeitamos que
era um suicida",
disse Felix
Kulayigye,
porta-voz do
Exército.
"Suspeitamos que
seja a Al
Shabaab, porque
eles estão
prometendo isso
há tempos",
disse ele nesta
segunda-feira.
Nenhum grupo
reivindicou
autoria dos
ataques.
Um comandante da
Al Shabaab em
Mogadíscio
elogiou os
ataques, mas
reconheceu não
saber se eles
haviam sido
realizados por
seu grupo. A Al
Shabaab luta
para derrubar o
governo da
Somália.
Um
norte-americano
está entre os
mortos e o
presidente dos
EUA, Barack
Obama, condenou
o ataque, que
classificou de
deplorável, e
disse que
Washington está
pronto a ajudar
Uganda a caçar
os responsáveis.
(Reportagem
adicional de
Frank Nyakairu,
Sahra Abdi e
Abdi Guled em
Nairóbi)
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