Costa defende parceria
público-privada na banda
larga
Para o ministro,
o plano deve incluir
incentivos fiscais,
crédito do Banco
Nacional de
Desenvolvimento
Econômico Social (BNDES)
e uso de infraestrutura
de transmissão de dados
do governo que está
subaproveitada, entre
outras coisas. |
Rede
Almeidense
e
agencias
Atualizada
emMonday, 14/03/11 21:17:56
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BRASÍLIA
(Reuters) - O
Brasil lançará
no final de
novembro um
plano nacional
de banda larga
com necessidade
de investimentos
de 10 bilhões de
reais, disse o
ministro das
Comunicações,
Hélio Costa, que
defende parceria
público-privada
(PPP) para levar
o projeto
adiante.
Em entrevista à
Reuters nesta
terça-feira,
Costa disse
ainda que o
governo "neste
momento não tem
uma empresa
capaz de tocar
um
empreendimento
desta
magnitude", ao
ser questionado
sobre a possível
reativação da
Telebrás para
liderar a
universalização
da Internet
rápida no país.
Para o ministro,
o plano deve
incluir
incentivos
fiscais, crédito
do Banco
Nacional de
Desenvolvimento
Econômico Social
(BNDES) e uso de
infraestrutura
de transmissão
de dados do
governo que está
subaproveitada,
entre outras
coisas.
O governo de São
Paulo lançou na
última semana um
programa de
banda larga
popular com
preço de 29,90
reais por mês.
Para Costa, esse
valor pode ser
bom para o
Estado, mas é
alto se
consideradas
regiões mais
pobres do país,
como o Norte.
"De repente se
pode fazer banda
larga por 9,90
reais", disse o
ministro,
destacando que o
objetivo é que
todo o Brasil
tenha acesso
veloz à Web num
prazo de até
cinco anos.
"É um projeto do
próprio
presidente (Luiz
Inácio Lula da
Silva), de
querer na última
etapa do seu
governo
estabelecer no
mínimo o começo,
a implementação
da primeira fase
de um plano
nacional de
banda larga",
afirmou Costa.
Na semana
passada,
operadoras de
telecomunicações
privadas
manifestaram o
desejo de
participar do
plano de
universalização
da banda larga,
durante a feira
do setor
Futurecom, em
São Paulo.
O conselheiro da
Oi Otávio
Marques de
Azevedo, que
preside a
holding Andrade
Gutierrez,
criticou
fortemente a
ideia de
ressuscitar a
Telebrás,
aventada por
alguns técnicos
do governo.
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