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       Friday, 18/02/11 14:47:03 Atualizada em:Friday, 18/02/11 14:47:03


 

Lula carrega agenda com Dilma antes de propaganda na TV
O próximo será em Pernambuco, nesta sexta-feira, onde Dilma e Lula participam de ato em Garanhuns, cidade natal do presidente.

Da Rede Almeidense, com agências

(Reportagem de Natuza Nery)

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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está se envolvendo cada vez mais na campanha de Dilma Rousseff (PT). O objetivo é explorar ao máximo a associação dele com sua candidata à Presidência antes do início dos programas eleitorais na TV, disseram dirigentes petistas.

A campanha avalia que uma exposição intensa ao lado do presidente agora pode fazer com que Dilma inicie a fase da TV, em 17 de agosto, com desempenho melhor nas pesquisas.

Eles farão isso aparecendo, juntos, nos três maiores colégios eleitorais do país, além de um Estado do Sul e outro do Nordeste, onde a candidata está na frente. Sul e Sudeste são os terrenos prioritários dela nesta eleição.

O primeiro dos cinco compromissos programados já ocorreu. Foi na semana passada, no Rio de Janeiro, quando os dois participaram de um comício na capital. O Estado possui 11,5 milhões de eleitores, o terceiro maior colégio brasileiro.

O próximo será em Pernambuco, nesta sexta-feira, onde Dilma e Lula participam de ato em Garanhuns, cidade natal do presidente.

A terceira parada de braços dados será no Paraná, dia 30 ou 31, local onde o candidato do PSDB, José Serra, está melhor.

Depois, ambos desembarcam em Minas Gerais, segundo lugar em número de eleitores --14,5 milhões. Lá, Serra e Dilma estão tecnicamente empatados. Os especialistas em eleição afirmam que Minas define o vencedor da disputa nacional. O comício deve ser dia 6 ou 7 de agosto.

O último ato, previsto para ocorrer entre 13 e 14 de agosto, será em São Paulo, Estado onde Serra é muito forte.

As cinco atividades em pouco mais de um mês superam as três ocasiões em que Lula e Dilma apareceram juntos no primeiro semestre, depois da desincompatibilização dela do cargo de ministra, em março.



 

 

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Com informações da Reuters