Senado adia
votação da
reforma
eleitoral e
relator vai
propor
mudanças
sobre web
Eduardo
Azeredo
(PSDB-MG)
quer liberar
parte
'jornal' da
internet.
Para
senador,
sites como o
YouTube
continuariam
com
restrições.
Rede
Almeidense
Atualizada
emquarta-feira, 02/09/09 23:20:30
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O
senador
Eduardo
Azeredo
(PSDB-MG)
em
entrevista
no
Senado,
nesta
quarta-feira
(3)
(Foto:
Jonas
Pereira/Agência
Senado )
Outras
notícias
O Senado adiou
para a próxima
semana a votação
da reforma
eleitoral, que
regulamenta o
uso da internet
durante as
eleições e
estabelece
novas regras
sobre
doações, participação
de candidatos em
inaugurações de
obras públicas e
até sobre a
criação de novos
programas
sociais em
período de
campanha. O que
impediu a
votação foi a
controvérsia
sobre o uso da
internet na
campanha.
Comissões da
Casa
haviam aprovado
na manhã desta
quarta-feira (2)
um projeto para
ser levado a
votação em
plenário, mas um
dos relatores,
Eduardo Azeredo
(PSDB-MG), disse
que vai propor
novas alterações
para tentar
regulamentar a
cobertura
jornalística e
as opiniões na
web durante a
campanha.
Pelo texto
aprovado nas
comissões, os
veículos de
internet e todas
as pessoas que
possuem páginas
na web teriam de
se submeter a
regras de
televisão e
rádio. Estas
regras
determinam
tratamento
isonômico entre
os candidatos e
proíbem que se
emita opinião
sobre
concorrentes.
Azeredo afirmou
nesta tarde que
vai alterar o
projeto. Na
visão do senador
tucano, será
preciso detalhar
na lei o
funcionamento de
cada “parte” da
internet. “A
parte da
internet que for
igual a jornal,
vai seguir a
regulamentação
de jornal. Na
parte que for
igual a rádio e
televisão, segue
esta
regulamentação.”
Segundo o
senador, na
semana que vem
será resolvido
como tratar os
sites que
tiverem as duas
coisas, tanto
parte escrita
quanto vídeo.
Segundo o
tucano, a emenda
permitirá que
blogs, páginas
pessoais e
coberturas
jornalísticas em
formato de texto
sejam realizadas
de forma livre.
O senador, no
entanto, não
conseguiu
explicar como
será tratado o
aspecto
multimídia da
internet. No
caso de portais
que utilizam
áudio, vídeo e
texto, a
regulamentação
vai variar. Um
portal que
gravar em vídeo
uma entrevista
com um candidato
poderá publicar
na internet
apenas a
transcrição da
entrevista.
A emenda de
Azeredo mantém a
rigidez da
regulamentação
da TV e rádio
para portais de
compartilhamento
de vídeo, como o
YouTube. “As
notícias da
televisão não
podem ter
parcialidade.
Entendo que o
YouTube se
assemelha à
televisão.”
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